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MANUAL
EXPERIMENTAL
DE INSTRUÇÃO DE
MANUFATURA E
USO
DO
KIT
DIDÁTICO DO
AQUECEDOR
SOLAR DE
BAIXO
CUSTO
K D A S B
C
Elaborado por SoSol -
Sociedade do Sol

MANUAL DO
PROFESSOR
VERSÃO 1.3 BETA EXPERIMENTAL - JAN / 2007
A equipe da SoSol agradece o envio de observações e críticas para o
rápido enriquecimento do presente manual.
tel: 11 3039-8317
e-mail:
info@sociedadedosol.org.br
site:
www.sociedadedosol.org.br
Sociedade do
Sol - Manual do Professor - KD ASBC
Sumário
1 INTRODUÇÃO
1.1 Mensagem ao professor
1.2 Sol, homem e energia
1.3 Aquecimento de água para banho no Brasil
1.4 A proposta da Sociedade do Sol
1.5 A origem do ASBC – Aquecedor Solar de Baixo Custo
1.6 O funcionamento do ASBC
2 O KIT DIDÁTICO DO ASBC
2.1 Apresentação
2.2 Materiais do KIT didático do ASBC
2.3 Montando o KIT didático do ASBC
2.4 Descrição da montagem dos coletores
2.5 Descrição da montagem do reservatório
2.6 Juntando a caixa d´água e o reservatório
3 KIT DIDÁTICO DO ASBC NA SALA DE AULA
3.1 Orientações para um bom funcionamento
3.2 Planejando a aula
3.3 Planejando a avaliação
3.4 Realizando experiências com o KIT didático do ASBC
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
4.1 Projetos interdisciplinares na Sociedade do Sol
4.2 Bibliografia
4.3 Lista com sugestão de fornecedores
4.4 Direção e nomes
O presente material foi elaborado pela equipe do ASBC da
Sociedade do Sol, com apoio do Professor Roberto Ramos Matajs. Os
elaboradores autorizam a livre utilização desse material em ambiente
didático, desde que mencionada a fonte.
A equipe espera retorno da sociedade seja através de críticas,
sugestões, indicação de falhas ortográficas ou gramaticais, novas
visões técnicas ou por novas e interessantes aplicações didáticas.
2
1 INTRODUÇÃO
1.1 Mensagem ao professor
A Sociedade do Sol tem como um dos objetivos a
disseminação nacional de tecnologia que permita a montagem e a
instalação de um sistema de aquecimento solar de baixo custo para as
casas das comunidades mais carentes. A Sociedade do Sol acredita que
a escola, além da função de educar, exerce sobre seus alunos uma
influência positiva no modo de pensar e agir. Os professores, por
meio das atividades escolares, direcionam a aquisição de
conhecimentos e melhoram as atitudes e o comportamento de seus
alunos tornando-os cidadãos conscientes, críticos e atuantes.
A possibilidade de poder contar com a participação dos professores
do ensino básico e médio na disseminação dessa proposta permitirá um
avanço significativo no número de alunos que irão conhecer a energia
presente na irradiação solar por meio dessa tecnologia e poderão
atuar também como disseminadores da mesma.
Nessa proposta os professores apresentam aos alunos os conceitos
básicos da energia Solar e demonstram, utilizando o KIT DIDÁTICO do
ASBC (KD ASBC), como ocorre o aquecimento de água em um aquecedor
Solar. Esta apresentação experimental será um evento inesquecível
para os alunos de todas as séries, pois além do conteúdo conceitual
poderão constatar o fato do aquecimento.
A Sociedade do Sol preocupada em acelerar a participação dos
professores nesse projeto, iniciou em agosto de 2003 a doação de
KITs didáticos em lotes de 50 unidades para as escolas cadastradas.
Junto com o KIT didático, segue para o professor, o presente manual
com sugestões de experimentos que podem ser explorados por
professores de diferentes séries.
Os três experimentos sugeridos nesse manual possibilitam ao aluno
observar o aquecimento de água em diferentes situações. Caso o
professor tenha condições de construir dois KIT´s ele poderá
realizar, ao mesmo tempo, experiências comparativas, permitindo ao
aluno analisar os resultados e perceber como a alteração de uma
simples variável influencia no aquecimento de água.
A Sociedade do Sol espera que, pelo baixo custo e extrema
simplicidade de montagem dos KITs, seja possível que a Secretaria de
Educação, as escolas, os professores, os representantes da
comunidades, assumam a multiplicação e também a manufatura desses
KITs, levando-os aos 50.000.000 de alunos presentes nas 215.000
escolas de todo país. Para isso, consta neste manual, o material
necessário e o procedimento de montagem do KIT. O material pode ser
encontrado nas lojas de materiais de construção e a montagem poderá
ser feita pelo próprio professor em companhia de seus alunos, sempre
com o apóio técnico desta Sociedade.
3
1.2 Sol, homem e energia
O planeta Terra recebe diariamente uma grande
quantidade de energia solar. Essa energia realiza diferentes funções
que beneficiam os seres vivos e provocam fenômenos naturais
essenciais para a manutenção da vida no planeta. O ser humano ao
longo da história se preocupou em aproveitar a energia solar
transformando-a em outras formas de energia, como a térmica,
mecânica e elétrica. Para isso desenvolveu diferentes tecnologias
que utilizam a energia luminosa para aquecer água, mover moinhos e
barcos, cozinhar alimentos e atualmente produzir eletricidade. Nesse
momento será comentada somente a utilização de coletores solares.
Os coletores térmicos solares foram desenvolvidos a partir do
momento que se percebeu a possibilidade de aproveitar a energia do
sol para aquecer água. Com o passar dos anos os coletores foram
sendo aperfeiçoados e junto com outras partes, reservatório canos e
chuveiro, formaram o sistema solar de aquecimento de água. A energia
irradiante, luz e infravermelha, incide sobre a superfície preta dos
coletores. A energia absorvida transforma-se em calor e aquece a
água que esta no interior dos mesmos. Essa água aquecida, por ser
mais leve, começa a se movimentar em direção à caixa, acima dos
coletores, dando início a um processo natural de circulação chamado
de termo-sifão, que dura enquanto houver uma boa irradiação solar.
Resumindo, no ambiente do Aquecedor Solar, o processo termo-sifão,
resulta numa transferência térmica, levando o calor gerado na placa
para a água presente na caixa, sendo o meio de transferência térmica
a própria água.
1.3 O aquecimento de água para banho no
Brasil
O Brasil é um país de clima tropical com
temperaturas médias anuais em torno de 20 C. No inverno, em alguns
estados do Norte e Nordeste a temperatura está acima dessa média. Em
situação contrária, os estados da região Sul e Sudeste nessa mesma
estação, a temperatura pode atingir valor muito baixo. Essa variação
de temperatura, principalmente durante o inverno, não permite que a
água, tal como fornecida, seja utilizada diretamente para o banho,
necessitando um aquecimento complementar.
No Brasil, o equipamento eleito para realizar essa tarefa foi o
chuveiro elétrico. Ele está presente em mais de 90% dos lares
brasileiros oferecendo condições de conforto satisfatórias no
momento do banho. Seu alto grau de difusão justifica-se pela sua
facilidade de instalação, operação e manutenção, associado ao seu
baixo custo.
A maior parte dos modelos disponíveis no mercado tem chave
selecionadora para as estações do ano ou então chave que descreve
posições de temperatura. Essas chaves, associada ao controle de
vazão de água, permitem compensar a variação da temperatura ambiente
da água ao longo do ano e manter a qualidade satisfatória do banho.
Graças a essa tecnologia a maior parte dos brasileiros pode tomar
diariamente seu banho quente, que relaxa e renova os ânimos. Isto é
algo impensável em outros países cuja energia elétrica provêm de
usinas termoelétricas, cuja eficiência no uso do combustível fóssil (petróleo, gás natural e
carvão), é muito baixa. Algo ao redor de 25%. Os restantes 75%
correspondem a uma energia térmica que usualmente é perdida.
Estima-se em média 8 a 10 minutos, o tempo necessário para o banho
diário. Porém para algumas pessoas o banho pode demorar até 30
minutos. No fim do mês, somando 4
todos os minutos diários de banho, o
chuveiro representa aproximadamente 40% do valor da conta de energia
elétrica da residência popular.
Pesquisas realizadas pelo Programa de conservação de energia
elétrica - PROCEL demonstram que entre 18 e 19 horas, em 50 % das
residências há pelo menos um chuveiro elétrico funcionando. Esse
acúmulo de chuveiros ligados coincide com período de maior consumo
de energia elétrica, conhecido como horário de ponta, ou horário de
pico. Durante esse
horário, entre 17 e 20 horas, as concessionárias de energia elétrica
necessitam manter uma oferta de potência elétrica superior ao valor
médio diário.
Normalmente, esse acréscimo de oferta é feito por meio de sobrecarga
das hidroelétricas ou acionamento temporário das usinas
termoelétricas, que além de fornecerem energia emitem gás carbônico,
o gás do aquecimento atmosférico.
1.4 A proposta da Sociedade do Sol
A Sociedade do Sol ciente dos efeitos causados por essa forma de
aquecimento de água, buscou desenvolver uma tecnologia de
aquecimento de baixo custo que possibilite ao usuário reduzir o seu
gasto com energia elétrica mantendo a mesma satisfação oferecida
pelo chuveiro elétrico. Com essa ação a Sociedade do Sol espera
alcançar alguns resultados na área ambiental e social.
Na área ambiental espera-se que ocorra uma redução das emissões de
CO2, proveniente das usinas termoelétricas, assim como a manutenção
da água acumulada nos reservatórios das usinas hidroelétricas. Para
os usuários dessa tecnologia, que a aplicaram no modo "faça você
mesmo" ou bricolagem, espera-se que, além da elevação da qualidade
de vida e da redução no consumo de energia elétrica, haja um reforço
de sua auto-estima e de sua consciência de cidadania, ampliando
inclusive sua independência das atuais estruturas de distribuição de
energia.
Com o avanço da disseminação dessa tecnologia, espera-se favorecer
também as 3 milhões de residências excluídas do atendimento das
concessionárias de energia elétrica, exercendo assim um papel social
que resgate a dignidade das comunidades carentes e desprovidas dessa
energia.
1.5 A origem do ASBC
A idéia de acelerar o desenvolvimento do ASBC iniciou-se após a
equipe original ser convidada pelo SEBRAE para ocupar o stand
paulista na feira industrial da ECO 92, onde o primeiro protótipo
ASBC foi publicamente apresentado. Naquele evento, dois grandes
desafios ambientais eram discutidos: a redução dos gases poluentes e
uso de tecnologia baseado em energia limpa.
De 1992 a 1998 a equipe
se dedicou a pesquisas para transformar o protótipo num modelo de
aplicação nacional. Com a inclusão no CIETEC - Centro Incubador de
Empresas Tecnológicas da USP/IPEN, em janeiro de 1999, os
desenvolvimentos se aceleraram muito e o primeiro modelo definitivo
do ASBC foi apresentado publicamente no final do ano de 2002.
5
A possibilidade de poder aproveitar ou adaptar as instalações
hidráulicas do chuveiro e a utilização de materiais de baixo custo
disponíveis no mercado, foi fundamental para esse avanço. Incluem-se
entre esses materiais, o chuveiro elétrico, a caixa d`água, a placa
de forro e os canos de PVC.
A associação dos materiais de baixo custo e o aproveitamento das
instalações hidráulicas residenciais permite que entre 4 a 8 meses,
graças à economia de energia elétrica, aconteça o retorno do
investimento na montagem de um ASBC.
1.6 Introdução à operação
do ASBC de uma residência popular
A operação do sistema ASBC
pode ser explicada com maior facilidade se todo o sistema for
dividido em três partes fundamentais. Observe a numeração na figura
1, a seguir, leia como funciona cada parte desse sistema.
Figura 1. Representação das
peças de um ASBC

1.Caixa de água quente
Tem a função de armazenar a
água aquecida pelo coletor solar. Com o aquecimento, a água presente
no interior dos coletores se movimenta para a caixa de água. Simultaneamente a
água estocada na caixa se movimenta em direção ao coletor, dando
início a um processo de circulação natural da água, denominado
termo-sifão. Esse processo, representado na figura pelas setas, dura
enquanto houver uma boa irradiação solar.
A caixa de água deve receber um isolamento térmico externo para
evitar a perda de calor pelas laterais e pela tampa superior. Muitos
materiais podem ser utilizados para essa finalidade, como por
exemplo, o isopor, o jornal, a serragem, a grama picada e sêca ou e
a forração de carpete. No interior da caixa existem duas bóias que
controlam a entrada e saída
6
de água. A primeira é a tradicional bóia
de registro que libera a entrada de água fria, proveniente da rede
pública. A outra bóia é chamada de pescador. A sua finalidade é
levar para o chuveiro a água da caixa que estiver com maior
temperatura. Normalmente a água mais quente está na parte mais alta
do volume armazenado. Isso ocorre porque a água quente tem densidade
menor que a água fria. Além dessas duas bóias, existe, verticalmente,
ligado à torneira de bóia, um cano cuja função é a de levar a água
de rua suavemente ao fundo da caixa, evitando turbilhonamento que
poderia misturar água quente e fria na caixa.
2-Coletores solares
simplificados
Tem a função de aquecer água.
Os coletores são fabricados com placas de forro de PVC. A ausência
das usuais coberturas de vidro dos coletores tradicionais evita que
eles esquentem a água tanto quanto os tradicionais. A redução das
temperaturas permite o uso de dutos de PVC de água fria e a redução
do perigo de que a água muito quente possa vir a ferir crianças e
outros. O uso do PVC permite uma enorme redução de custos desses
aquecedores didáticos solares.
3-Misturador de água quente
O misturador é um registro de
esfera com uma haste de PVC acoplada em sua borboleta. Quando o
usuário movimenta esta haste libera água para o chuveiro. Esta água
provêm do pescador, integrante da caixa de água. Caso a temperatura
da água aquecida esteja abaixo do esperado, o usuário pode
complementar o aquecimento acionando o chuveiro elétrico através de
um "dimmer", (controlador eletrônico de potência de chuveiro)
fixado na entrada do cano metálico do chuveiro. Com o "dimmer"
eleva-se a temperatura da água somente o necessário. O tradicional
registro de água fria sempre será utilizado quando o usuário sentir
necessidade de esfriar a água aquecida ou então quando quiser tomar
um banho frio.
2 O KIT DIDÁTICO DO ASBC
(KD ASBC)
2.1 Apresentação
O KIT Didático foi projetado
para permitir que, durante uma aula, o professor
demonstre aos alunos como ocorre o aquecimento de água utilizando a
luz solar. A elevação de temperatura da água será mais bem observada
em dias ensolarados. Nos dias nublados também haverá elevação de
temperatura, mas ao longo de um período maior do
que a duração de uma aula. Assim recomenda-se que a aula
experimental seja feita em um dia ensolarado, para que os resultados
sejam observados no decorrer da mesma aula.
Caso a sua escola já tenha recebido um KIT Didático do ASBC, você
poderá ir para o tópico ASBC na sala de aula e ler as
sugestões prévias antes de iniciar a realização dos experimentos.
Porém, se sua escola ainda não recebeu, o tópico seguinte orienta
como deve ser feita a montagem de seu KIT Didático. Se lhe for
possível ou permitido, monte sempre duas unidades do KD ASBC. Os
equipamentos em conjunto permitirão realizar experiências
comparativas muito mais interessantes do que com o KIT individual.
Sabe-se que os professores já realizam inúmeras atividades
extra-classe e que a princípio, poderão hesitar em ter que preparar
mais outra atividade. Entretanto, a equipe do
7
ASBC sugere que a
montagem seja feita com a participação dos alunos durante aula no
laboratório. Assim todos os alunos que participarem da montagem irão
criar uma expectativa ainda maior para ver o funcionamento dessa
simples tecnologia. O KIT Didático do ASBC tem um tamanho reduzido,
permitindo que seja transportado com facilidade do interior da sala
de aula para um ambiente aberto.
KIT didático do ASBC
instalado no pátio

2.2 Materiais do KIT
didático do ASBC
O KIT didático é montado com
peças disponíveis em lojas de materiais de construção. A sua
manufatura requer alguns cuidados, pois existem momentos na montagem
onde é necessário o manuseio de ferramentas cortantes. Caso o
professor realize a manufatura com
a ajuda dos alunos, supervisione as tarefas certificando que nenhum
aluno está correndo perigo durante a montagem. Se o professor
preferir realizar a montagem sem a ajuda dos alunos, em alguns
momentos, ele irá necessitar de alguém para ajudá-lo a segurar
algumas peças que precisam ser serradas, coladas, furadas ou
encaixadas durante o processo de manufatura do KIT.
A relação a seguir descreve as peças, as ferramentas e os
complementos necessários para a montagem de um KD ASBC. Ao lado de
cada item, na coluna da direita, aparece qual a sua finalidade na
montagem. Assim, o professor consegue se orientar e identificar cada
item durante a manufatura do KIT.
8
| Quant. |
Lista de peças |
Finalidade |
| |
Caixa de água |
|
| 01 |
Vasilhame plástico com corpo
e tampa, transparente, de 5 a 12 litros tipo "Tapué", ou
corretamente, "Tupperware" |
Reservatório de água |
| 02 |
Nipples de 1" de PVC branco
com rosca externa. Diâmetro externo é de 32mm, interno de
25mm, marca Akros |
Unir o reservatório aos
eletrodutos, permitindo o fluxo de água |
| 02 |
Luvas de PVC preto 1" com
rosca interna, para eletrodutos |
Prender os nipples ao
reservatório, contendo os vazamentos |
| 01 |
Termômetro de álcool (escala
de -10 C a 60 C) |
Medir a temperatura da água |
| |
|
|
| |
Coletor
|
|
| 01 |
Placa de forro de PVC
alveolar modular 1,25 x 0,62m (marca Medabil ou Confibra) |
Montar dois coletores pretos |
| 01 |
Adaptador de PVC marrom 25mm
x ¾" |
Escoar a água quando
terminar os experimentos. É fechado com o Cap abaixo |
| 01 |
Cap PVC branco de ¾" |
Para fechar a saída de água
proveniente do adaptador |
| 02 |
Cotovelos de PVC marrom
soldável de 25 mm |
Unir o coletor aos
eletrodutos |
| 03 |
Caps de PVC marrom de 25 mm |
Usado no teste de vazamento
da colagem do coletor |
| 0,7m |
Duto de PVC marrom 32 mm
externo |
Demonstrador da montagem do
coletor ASBC original (claquete) |
| 1,5m |
Eletroduto flexível amarelo
¾" (25 mm externo) |
Permitir o fluxo de ida e
volta da água entre a placa e a caixa |
| 1,8m |
Duto de PVC marrom 25 mm
diâmetro externo |
Permitir a montagem de
entrada e saída de água no coletor. A sobra é para fazer a haste
de apóio |
| Quant. |
Lista de ferramentas |
Finalidade |
| 01 |
Trena ou metro |
Fazer as medidas de corte na
placa e nos canos |
| 01 |
Ferro de solda ou furadeira
com broca 3 mm p/ aço |
Fazer os furos guias no cano
de PVC marrom de 25 mm |
| 01 |
Pincel de 1" a 2" ou rolinho |
Pintar as placas do forro |
| 01 |
Espátula flexível com ponta
arredondada, tipo misturador de café/açúcar |
Espalhar/aplicar a cola
sobre a união duto PVC e placa de forro |
| 01 |
Serra de extremidade livre
com lamina para aço |
Cortar e abrir o rasgo nos
canos |
| 01 |
Serra copo de 32/33 mm |
Furar o vasilhame
transparente para receber os dois nipples |
| 01 |
Lima redonda |
Arredondar a ponta dos
rasgos |
9
| Quant. |
Lista de complementos |
Finalidade |
| 01 |
Lixa 120 |
Lixar as rebarbas e superfícies |
| 01 |
Adesivo epóxi bi-componente Araldite
24 h (40 g total) |
Unir a
placa e o duto de 25 mm |
| mínimo |
Álcool de limpeza, se
possível 96° |
Retirar gorduras dos locais de
adesão e de pintura |
| 01 |
Talco mineral |
Engrossar o adesivo epoxi |
| 01 |
Fita crepe |
Limitar a área de pintura e
facilitar a fixação do coletor no piso |
| 01 |
Fita Veda Rosca
largura aproximadamente 19 mm |
Facilitar a montagem,
permitindo o escorregamento das conexões nas pontas do coletor |
| 01 |
Jornal |
Apoio da placa sobre a
superfície de trabalho |
| 100 ml |
Esmalte sintético preto
fosco (Coral ou Suvinil) |
Pintar as placas do forro |
| 01 |
Tábua plana de 80 x 15 cm |
Guia para segurar o cano
durante o rasgo |
| 8 |
Pregos de 4 cm |
Pressionar o cano sobre a
guia de madeira |
| 1 |
lápis |
Riscar os canos de 25 mm e
de 32 mm antes de cortá-los |
| 1 |
Régua de 70 cm ou outra
estrutura reta |
Guiar o lápis para fazer o
risco no cano |
2.3 Preparação antes de
iniciar a montagem
Utilizando o arco da serra de
extremidade corte o tubo 25 mm marrom em dois 2 pedaços de 70 cm
cada. O resto do cano será utilizado para fazer a haste de
sustentação do coletor solar. Na tábua plana fixar os 8 pregos de 4
cm para segurar os tubos de 70 cm durante o corte
dos rasgos. Fixe os pregos espaçados para que toda a extensão do
tubo fique pressionada durante os rasgos e cortes.
Utilizando a extremidade livre do arco de serra, corte uma tira de 8
cm da placa de forro de PVC (integrante do demonstrador de coletor)
e o restante da placa corte em duas metades iguais de
aproximadamente 58 cm cada. Para montar o KIT será utilizada somente
uma das metades, a outra servirá para montar um segundo KIT caso o
professor deseje.
A tira de 8 cm cortada da placa de forro de PVC irá servir de
amostra para os alunos que não participaram da montagem do KIT. A
sua finalidade é demonstrar como a água circula em seu interior e
como é o encaixe da placa com o cano, que após o processo de
montagem e pintura formam uma única peça. Para isso, o professor
poderá fazer a seqüência 1 a 4 descrita no tópico 2.4, no cano de 32
mm de PVC marrom. Observe como deverá ficar a peça de amostra na
foto a seguir.
Claquete demonstrativa da
montagem do coletor original do ASBC
10

A introdução do pedaço de 8 cm
de forro no duto de PVC de 32 mm deve ser fácil, sem aparentar uma
união frouxa, permitindo uma apresentação simples e convincente ao
interessado.
O termômetro será utilizado para medir a temperatura da água durante
os experimentos. O professor poderá pendurá-lo ao vasilhame por meio
de um arame, colocá-lo boiando na água ou fixá-lo na tampa, etc,
procurando manter o bulbo vermelho dentro da água. Independente da
maneira que o termômetro for colocado, é importante que o aluno
consiga ver a escala através da superfície translúcida do vasilhame
e possa facilmente anotar as medidas observadas durante os
experimentos.
2.4 Descrição da montagem
do coletor
11
| 4. Uma vez
realizados os dois cortes e retirada a tira, dar acabamento com a
lixa nas superfícies cortadas e arredondar, com lima redonda, as
extremidades do rasgo, levando para a largura original da placa
alveolar, de 61 cm. Em seguida limpar com álcool. |
 |
Observação: Antes de
prosseguir a montagem repita a seqüência de 1 a 4 no outro cano de
PVC 25 mm, assim como no cano de PVC 32mm, medindo 70 cm em cada um
deles.
12
Teste de Vazamento:
Antes da pintura, coloque o coletor em pé, apoiado num dos tubos.
Sem aplicar o adesivo PVC, conectar numa das extremidades superiores
um cotovelo de 25 mm marrom e tampar com caps de 25 mm PVC marrom as
outras 3 extremidades. Encaixar o eletroduto flexível amarelo de
1,5m na extremidade do cotovelo e manter o conjunto na posição.
Despeje pelo flexível aproximadamente 4 litros de água para o
interior do coletor, até a água transbordar na ponta do flexível.
Durante 15 minutos observar se não há vazamento nas regiões que
foram coladas. Se houver, secar tudo e reforçar o adesivo nos locais
em que houve o vazamento. Refazer o teste de vazamento.
2.5 Descrição da montagem
do reservatório
|
1. Escolher uma das
laterais e programe um furo a uma altura de 2,5 cm acima do
fundo fosco. Centralizar a serra copo de 32 mm na marca do furo,
e com a ajuda de um aluno inicie o furo nessa lateral.
Repita toda a operação na
lateral oposta a essa, conferindo a altura antes de furar. Lixar
as rebarbas internas e externas dos dois furos. |
 |
|
2. Encaixar em cada
um dos furos, um nipple de PVC branco com rosca 1", de dentro
para fora. Rosquear as luvas de PVC preto 1" na parte externa
dos nipples, até encostarem na superfície lateral da caixa
Apertar levemente para evitar vazamentos. A luva preta de
eletroduto é maleável, permitindo ser rosqueado até o encosto do
nipple. |
 |
2.6 Juntando o reservatório
e o coletor solar
| 1. Apoiar o coletor numa
superfície horizontal. Passar o teflon em camada fina nas 4
pontas do coletor. Tampar, com pressão, a ponta superior
esquerda do cano com cap marrom soldável de 25 mm. Tampar, com
pressão, a ponta inferior direita do cano com adaptador marrom
25 mm x ¾", rosqueando nele, com fita veda rosca (teflon), o cap
branco de ¾". Nas outras duas extremidades, encaixar, com
pressão os 2 cotovelos marrons de 25mm. |
 |
2. Cortar o eletroduto
flexível amarelo em dois pedaços.. Um com 100 cm e o outro com 50
cm. Conectar uma das extremidades do eletroduto de 1,00 cm na
lateral esquerda do reservatório e a outra no cotovelo esquerdo do
coletor. Conectar uma das extremidades do eletroduto de 50 cm na
lateral direita da caixa e a outra ponta no cotovelo superior
direito do coletor. Usar fita teflon nas pontas dos eletrodutos.
Caso os comprimentos dos pedaços do flexível não sejam adequados, o
Professor pode adequá-los às suas necessidades.
13
Após essa seqüência de encaixe
o KIT didático do ASBC está montado.

3 O KD ASBC NA SALA DE AULA
3.1 Orientações para um bom
funcionamento
Para que suas experiências
tenham sucesso, a instalação do KIT didático do ASBC necessita de
algumas orientações antes do início de cada experimento.
Altura do reservatório
Apoie o reservatório sobre uma cadeira permitindo que fique mais
alto que o coletor.
Enchendo o reservatório
Com o auxílio de um aluno, mantenha a placa conforme a posição da
figura acima. Desconecte a ponta superior do cano flexível de 1,00 m
e, utilizando uma mangueira ou jarra, vá colocando água nesse
flexível. A água começará preenchendo o coletor até atingir a caixa.
Quando a água começar a surgir na outra ponta, reconecte a ponta
superior do cano flexível de 1,00 cm na lateral da caixa e termine
de encher adicionando água na própria caixa. Lembre-se que quanto
menor o volume de água mais rápido será o aquecimento. O volume
mínimo de água deve ser o suficiente para encobrir os nipples de
entrada e saída da caixa. Esteja certo de que não sobrou ar no
coletor. Sua presença impede circulação e aquecimento da água na
caixa. Após o termino dos experimentos diários procure não deixar de
esvaziar a água do KD ASBC. É uma questão de higiene, além de evitar
a procriação do mosquito transmissor da dengue.
Direção e inclinação da placa preta
O KD ASBC atingirá sua eficiência máxima de aquecimento com a placa
preta direcionada para o norte geográfico. A inclinação em relação à
superfície de apoio é de aproximadamente 20 graus. Para evitar o
acúmulo de bolhas de ar no interior da placa, o lado direito deve
ficar mais alto que o lado esquerdo.
14
Fixação da placa preta
Colocar umas tiras de fita crepe, com a cola do lado externo, nas
partes inferiores do coletor que estão em contato com a superfície
do solo para evitar que o painel escorregue. A parte de cima da
placa deve ficar apoiada sobre haste de 20 cm, feito com o pedaço de
cano que sobrou no início da montagem da placa.
| Fig. 2 - Detalhe da fita
crepe |
Fig. 3 - Detalhe da haste |
 |
 |
E fim da montagem e das
orientações.
Parabéns Professor, a sua
ferramenta solar de trabalho está pronta.
Caso tenha montado dois KITs, (o ideal) as suas duas ferramentas
solares de trabalho estão prontas para muitas e interessantes
experiências.
3.2 Planejando a aula
Professor, independente da
série que estiver trabalhando, existem diferentes maneiras para
iniciar o estudo sobre a utilização de energia Solar. A princípio, o
professor em sua posição de mediador, deverá detectar e ativar os
conhecimentos e idéias prévias dos alunos sobre o tema. Para isso,
poderá apresentar imagens ou reportagens de jornais, revistas e
Internet, que demonstrem a aplicação da energia solar em benefício
da sociedade.
A seguir, com base nos conhecimentos prévios demonstrados pelos
alunos a respeito desse tema, o professor apresenta algumas
informações complementares sobre aquecimento de água que julgar
necessário para o acompanhamento da aula experimental.
Caso o professor necessite de uma fonte de consulta, busque-a,
entre outras, no site da Sociedade do Sol. Adapte a linguagem e o
nível das informações de acordo com a série que estiver trabalhando.
Veja em www.sociedadedosol.org.br => Projeto => ASBC => dicas
técnicas => irradiação solar no Brasil ou principais fórmulas
técnicas. Sugere-se a completa leitura do Site. Existem muitas
informações aplicáveis à sala de aula.
3.3 Planejando a avaliação
A proposta principal da
aplicação experimental do KIT didático do ASBC é permitir ao
professor demonstrar como a água pode ser aquecida com a utilização
da energia solar. Uma vez concluído o experimento, caberá ao
professor dar o fechamento para essa atividade da forma que achar
melhor. Caso o professor deseje fazer por meio de avaliações,
sugere-se que antes de iniciar sua aula, estipule quais conteúdos
deseja avaliar.
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Caso deseje avaliar somente os conteúdos conceituais, elabore um
questionário com algumas perguntas ou situações problemas
relacionadas aos conceitos desenvolvidos nesse tema. Para isso as
informações complementares que passou para os alunos, antes do
experimento, servirão de bibliografia para o questionário.
Se pretender avaliar os conteúdos atitudinais, elabore questões ou
organize um debate onde o aluno tenha que se posicionar, com base em
seus princípios éticos. Um dos objetivos desse experimento é
demonstrar que é possível aquecer água sem a necessidade
de energia elétrica. Assim, o aluno poderá questionar os benefícios
ou malefícios da aplicação dessa tecnologia para atender as pessoas
menos favorecidas ou desprovidas de energia elétrica.
Caso necessite avaliar os conteúdos procedimentais, elabore questões
relacionadas ao procedimento experimental, ao material utilizado ou
da montagem do experimento. O nível das perguntas deve ser orientado
de acordo com a série que o aluno está cursando, buscando sempre que
possível contextualizar com algum outro conteúdo que está sendo
estudado no momento. Essa contextualização não precisa ser feita
somente com a disciplina de ciências naturais ou física, ela pode
interagir com matemática, geografia e história. A
interdisciplinariedade permitirá que outros professores retomem o
assunto e enriqueçam a aquisição de conhecimentos.
3.4 Realizando experimentos
com o KD ASBC
Comece o experimento
enfatizando aos alunos que o objetivo principal é perceber o
aquecimento de água por meio da energia solar. A seguir, nomeie as
partes que compõe o KIT didático e explique como será feito o
experimento.
Se achar necessário que os alunos registrem algumas informações do
procedimento experimental solicite aos alunos preencherem um
relatório de acordo com o nível de escolaridade do grupo. Após
observar o item 3.1 orientações para um bom funcionamento
inicie realizando o primeiro experimento.
1ª Experiência: Aquecimento solar de água
Procedimento experimental
1.Coloque o termômetro no interior do reservatório em contato com a
água
2.Tampe o reservatório
3.Registre o valor inicial da temperatura marcada no termômetro
4.A cada cinco minutos, anote novamente a temperatura
5.Após 30 min. abra a tampa e sinta a temperatura da água
6.Quando terminar retire a água soltando o cap de PVC branco
conectado na ponta inferior direita do coletor, caso não haja mais
experimentos no dia.
2ª Experiência: Isolamento
térmico
Repetir o procedimento
experimental da primeira experiência colocando em volta do
reservatório, isolantes térmicos tais como, jornal, isopor, carpete,
etc.
Nesse caso a temperatura deverá aumentar em valor e velocidade. O
isolamento térmico diminui a perda de calor pelas laterais da caixa.
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3ª Experiência: Perda de
calor
Repetir o procedimento
experimental da primeira experiência com a tampa do reservatório
aberta. Nesse caso a temperatura deverá diminuir, pois a água
perderá calor por evaporação.
Caso o professor tenha
condições de construir dois KITs ele poderá realizar, ao mesmo
tempo, duas experiências diferentes permitindo ao aluno analisar os
resultados e perceber como a alteração de uma simples variável
influencia no aquecimento de água.
Dois KD ASBC demonstrativos

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
4.1 Projetos
interdisciplinares na Sociedade do Sol
Existem diversas atividades
que podem ser realizadas utilizando o KD ASBC. A sociedade do Sol
oferece cursos onde são apresentados projetos e outros experimentos
que relacionam a energia solar em diferentes contextos
disciplinares, possibilitando aos professores trabalhar esse tema de
acordo com os parâmetros curriculares nacionais de cada disciplina.
4.2 Bibliografia
BEZERRA, A.M. - Aplicações
térmicas da energia solar. João Pessoa. Editora universitária da
UFPB. 4ª edição. 2001.
BIZZO, N. - Ciências: fácil ou difícil? São Paulo, Ed. Àtica.
1988.Coleção palavra do professor.
FRAINDENRAICH N., LIRA F. - Energia Solar. Fundamentos e
tecnologia. Recife. Editora universitária da UFPE. 1995.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. PNAD - Plano
Nacional de amostragem domiciliar. Brasil. 2002
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Ministério da Educação - Parâmetros curriculares nacionais.
Ensino médio. Brasília. 1999.
Ministério das Minas e Energia
- Plano 2015. Perspectivas do mercado e conservação de energia
elétrica. Projeto 3. 1994.
PALZ, W. - Energia Solar. São Paulo. Editora Húmus. 1989.
Tradução do original alemão.
Sociedade do Sol - Manual de montagem e instalação do ASBC.
CIETEC USP São Paulo. 2003
4.3 Lista com sugestão de
fornecedores
| MATERIAL |
FABRICANTE/ENDEREÇO/CONTATOS |
| Tubos e conexões em PVC |
Padrão Tigre / revendedor de material de
construção |
| Luva 1" para Eletroduto rígido para
Nipple abaixo |
Padrão de mercado / loja de material
elétrico |
| Nipple 1" Branco, rosca externa Diâmetro
Interno 25 mm |
Padrão obrigatório Akros / revendedor de
material de construção |
| Eletroduto Flexível em PVC amarelo de 25
mm |
Padrão Tigre / Fornecedores de Primeira
Linha / revendedor de material de construção |
| Forro alveolar (Modular) PVC de 1250 x
620 x 10 mm |
Confibra - Fábrica - (019) 3809 6007.
www.confibra.com.br
Representante Confibra: Antônio Palma
<cepasi@uol.com.br > Obs.: Ele tem distribuidor que envia as
placas para todo o Brasil. (11) 5011 6105 / (11) 9904 8964
Outros revendedores na Grande S. Paulo
Butantã: (11) 3771 3796 |
| Vasilhame tipo "tapué" ou "Tupperware",
semi transparente com tampa de 5 a 12 litros |
Fornecedores de Primeira Linha /
revendedor de material de construção e hipermercados |
| Termômetro de álcool de -10 a + 110C° |
Fornecedor Incoterm. Método de aquisição
nacional será definido brevemente. Falar com Ennio Hanel (011)
5574 5757 |
| Cola Araldite Profissional 24 horas |
Maxiepoxi, com Cláudio e Arlete, (011) 5641
5608, / revendedores de Material de construção |
4.4 Direção e nomes
Aquecedor Solar de Baixo
Custo, ASBC,
Projeto da Sociedade do Sol, sediada no CIETEC Centro Incubador de
Empresas Tecnológicas da USP.
Av. Prof. Lineu Prestes, 2242, IPEN. Cidade Universitária,
S. Paulo SP 05508 000
CNPJ: 05.202.923/0001-40
Tel.: (55) 11 3039 8317, Tel./Fax (55) 11 3812 7093
e-mail: info@sociedadedosol.org.br
www.sociedadedosol.org.br
Contatos administrativos: Augustin T. Woelz e Maria Emília Soares
Contato profissional: Prof. Roberto R. Matajs
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